{"id":1164,"date":"2017-10-09T14:00:00","date_gmt":"2017-10-09T14:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/webapp183660.ip-45-79-27-138.cloudezapp.io\/index.php\/2017\/10\/09\/semana-da-crianca-super-herois-brasileiros-faziam-a-cabeca-da-garotada-nos-anos-1960-e-1970\/"},"modified":"2017-10-09T14:00:00","modified_gmt":"2017-10-09T14:00:00","slug":"semana-da-crianca-super-herois-brasileiros-faziam-a-cabeca-da-garotada-nos-anos-1960-e-1970","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.vigilanterodoviario.com.br\/retro\/semana-da-crianca-super-herois-brasileiros-faziam-a-cabeca-da-garotada-nos-anos-1960-e-1970\/","title":{"rendered":"Semana da crian\u00e7a: super-her\u00f3is brasileiros faziam a cabe\u00e7a da garotada nos anos 1960 e 1970"},"content":{"rendered":"<p><span>Houve um tempo em que a TV brasileira apresentava hist\u00f3rias de nobres ingleses, qu\u00edmicos com identidade secreta, vigilantes acompanhados por c\u00e3es e trapalh\u00f5es que se metiam em grandes aventuras. Foi a era dos super-her\u00f3is tupiniquins, estrelas de s\u00e9ries e programas que fizeram a cabe\u00e7a da crian\u00e7ada. De hoje (9) at\u00e9 sexta-feira (13), o <strong>TV Hist\u00f3ria<\/strong> revisita algumas das atra\u00e7\u00f5es destinadas ao p\u00fablico infantil (ou n\u00e3o) que deixavam os pequenos colados na telinha. Come\u00e7ando, claro, pelos valentes garotinhos, policiais e lun\u00e1ticos dos prim\u00f3rdios da nossa televis\u00e3o\u2026<\/span><\/p>\n<p><span><img decoding=\"async\" class=\"lazyload\" src=\"https:\/\/www.vigilanterodoviario.com.br\/retro\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/semana-da-crianca-super-herois-brasileiros-faziam-a-cabeca-da-garotada-nos-anos-1960-e-1970.jpg\"\/><noscript><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.vigilanterodoviario.com.br\/retro\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/semana-da-crianca-super-herois-brasileiros-faziam-a-cabeca-da-garotada-nos-anos-1960-e-1970.jpg\"\/><\/p>\n<p><\/noscript><\/span><\/p>\n<p><span><strong>Falc\u00e3o Negro<\/strong> (1954)<\/span><\/p>\n<p><span>Exibida duas vezes por semana \u2013 depois convertida em atra\u00e7\u00e3o di\u00e1ria \u2013 a s\u00e9rie Falc\u00e3o Negro narrava as aventuras de um her\u00f3i ingl\u00eas, que lutava pelas classes mais pobres. E que em quase todo epis\u00f3dio desenvolvia novas habilidades, provenientes da imagina\u00e7\u00e3o f\u00e9rtil de P\u00e9ricles Leal, autor e diretor do projeto. Como naquela \u00e9poca n\u00e3o existia uma rede \u00fanica de TV, o personagem ganhou diferentes int\u00e9rpretes nas v\u00e1rias emissoras da Tupi pa\u00eds afora. O Falc\u00e3o Negro carioca, o ator Gilberto Martinho, acabou vivenciando uma hist\u00f3ria diferente dos demais: ferido por um objeto arremessado pelo vil\u00e3o (Jece Valad\u00e3o), Martinho desfaleceu \u2013 e como o programa era \u201cao vivo\u201d, o p\u00fablico passou a questionar a morte do her\u00f3i. A produ\u00e7\u00e3o foi obrigada a desenvolver epis\u00f3dios que narrassem a recupera\u00e7\u00e3o f\u00edsica do Falc\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span><img decoding=\"async\" class=\"lazyload\" src=\"https:\/\/www.vigilanterodoviario.com.br\/retro\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/semana-da-crianca-super-herois-brasileiros-faziam-a-cabeca-da-garotada-nos-anos-1960-e-1970-1.jpg\"\/><noscript><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.vigilanterodoviario.com.br\/retro\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/semana-da-crianca-super-herois-brasileiros-faziam-a-cabeca-da-garotada-nos-anos-1960-e-1970-1.jpg\"\/><\/p>\n<p><\/noscript><\/span><\/p>\n<p><span><strong>Capit\u00e3o 7<\/strong> (1954)<\/span><\/p>\n<p><span>A nov\u00edssima Record apostou nas aventuras deste super-her\u00f3i, que carregava no nome o n\u00famero da esta\u00e7\u00e3o em S\u00e3o Paulo (Canal 7). Misto de Super Homem, Capit\u00e3o Marvel e Flash Gordon, o \u201c7\u201d (Ayres Campos) desenvolveu for\u00e7a, intelig\u00eancia e at\u00e9 a incr\u00edvel capacidade de voar gra\u00e7as ao aux\u00edlio de um alien\u00edgena, que o capturou quando ele ainda era menino para desenvolver suas habilidades num outro planeta. De sua nave, sempre trajando o uniforme at\u00f4mico que resistia a tudo, o Capit\u00e3o acompanhava a rotina dos humanos \u2013 incluindo a de seu namorada, Silvana (Idalina de Oliveira). Quando n\u00e3o fazia as vezes de super-her\u00f3i, atacava de qu\u00edmico, o recatado Carlos. Os epis\u00f3dios do Capit\u00e3o 7, produzido at\u00e9 1966, foram perdidos nos inc\u00eandios que destru\u00edram boa parte do acervo do canal.<\/span><\/p>\n<p><span><img decoding=\"async\" class=\"lazyload\" src=\"https:\/\/www.vigilanterodoviario.com.br\/retro\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/semana-da-crianca-super-herois-brasileiros-faziam-a-cabeca-da-garotada-nos-anos-1960-e-1970-2.jpg\"\/><noscript><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.vigilanterodoviario.com.br\/retro\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/semana-da-crianca-super-herois-brasileiros-faziam-a-cabeca-da-garotada-nos-anos-1960-e-1970-2.jpg\"\/><\/p>\n<p><\/noscript><\/span><\/p>\n<p><span><strong>Turma do Sete<\/strong> (1960)<\/span><\/p>\n<p><span>Apesar do t\u00edtulo, eram oito os pequenos que compunham a turminha desta s\u00e9rie, exibida na Record e na TV Rio. Eles n\u00e3o possu\u00edam habilidades especiais, mas se envolviam constantemente em perigosas aventuras. O projeto, como quase tudo na TV nesta \u00e9poca, surgiu de um anunciante \u2013 S\u00e3o Paulo Alpargatas \u2013 em vias de lan\u00e7ar um novo produto (Sete Vidas). Jacyra Sampaio, a eterna Tia Nast\u00e1cia do S\u00edtio do Picapau Amarelo (1977), vivia aqui a m\u00e3e de um dos garotos, Chuvisco (Ant\u00f4nio Al\u00edpio). Nair Bello, Gessy Fonseca e Gilmara Sanches \u2013 hoje dubladora \u2013 se revezaram como a m\u00e3e de Fernando (M\u00e1rcio Trunkl) e Bebeco (James Akel). Foram quatro anos de sucesso, coroados por quatro pr\u00eamios Roquete Pinto de melhor programa infantil.<\/span><\/p>\n<p><span><img decoding=\"async\" class=\"lazyload\" src=\"https:\/\/www.vigilanterodoviario.com.br\/retro\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/semana-da-crianca-super-herois-brasileiros-faziam-a-cabeca-da-garotada-nos-anos-1960-e-1970-3.jpg\"\/><noscript><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.vigilanterodoviario.com.br\/retro\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/semana-da-crianca-super-herois-brasileiros-faziam-a-cabeca-da-garotada-nos-anos-1960-e-1970-3.jpg\"\/><\/p>\n<p><\/noscript><\/span><\/p>\n<p><span><strong>O Vigilante Rodovi\u00e1rio<\/strong> (1961)<\/span><\/p>\n<p><span>Talvez a mais famosa s\u00e9rie de super-her\u00f3i dos prim\u00f3rdios da televis\u00e3o brasileira. O Vigilante Rodovi\u00e1rio fez tanto sucesso que o ator Carlos Miranda incorporou o personagem: exerceu por 25 anos, na \u201cvida real\u201d, o mesmo papel da fic\u00e7\u00e3o. A s\u00e9rie reverenciara a Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria de S\u00e3o Paulo, criada em 1948 para empregar os pracinhas que lutaram na Segunda Guerra, mas feria o regimento da institui\u00e7\u00e3o: o Inspetor Carlos (Miranda) era acompanhado pelo pastor alem\u00e3o Lobo, tamb\u00e9m engajado no combate ao crime; os animais, contudo, n\u00e3o participam de patrulhas ver\u00eddicas. Patrocinada pela Nestl\u00e9, a s\u00e9rie foi filmada em pel\u00edcula de cinema americano \u2013 para concorrer com produ\u00e7\u00f5es enlatadas. Veiculada na Tupi, ganhou reprise na Globo, ainda na d\u00e9cada de 60, e, recentemente, no Canal Brasil.<\/span><\/p>\n<p><span><img decoding=\"async\" class=\"lazyload\" src=\"https:\/\/webapp183660.ip-45-79-27-138.cloudezapp.io\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/091017-capitaofuracao-600x400.jpg\"\/><noscript><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/webapp183660.ip-45-79-27-138.cloudezapp.io\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/091017-capitaofuracao-600x400.jpg\"\/><\/p>\n<p><\/noscript><\/span><\/p>\n<p><span><strong>Capit\u00e3o Furac\u00e3o<\/strong> (1965)<\/span><\/p>\n<p><span>Hoje brilhando em A For\u00e7a do Querer, como a sofrida Aurora, Elizangela estreou na televis\u00e3o vivendo a assistente do s\u00e1bio Capit\u00e3o Furac\u00e3o (Pietro M\u00e1rio, que aos 26 anos, era obrigado a passar por um processo de envelhecimento para o personagem). Aqui, no entanto, a teledramaturgia abria espa\u00e7o para o tradicional formato dos programas infantis (o primeiro da Globo), tendo o navio como cen\u00e1rio e o Capit\u00e3o em gincanas com crian\u00e7as, lendo cartas de telespectadores e chamando desenhos e filmes curtos. Furac\u00e3o tamb\u00e9m narrava suas aventuras pelos mares, dando conselhos a marinheiros iniciantes \u2013 os chamados \u201cgrumetes\u201d, que ganhavam carteirinha de s\u00f3cio do programa, mediante \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o dos produtos de algum dos patrocinadores da atra\u00e7\u00e3o. No fim de cada programa, a sauda\u00e7\u00e3o: \u201csempre alerta e obediente\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span><strong>As Aventuras de Eduardinho<\/strong> (1966)<\/span><\/p>\n<p><span>Tamb\u00e9m trazia as perip\u00e9cias de um grupo de amigos, capitaneados por Dudu (Dennis Carvalho, hoje diretor art\u00edstico). Este projeto de Vicente Sesso nasceu na Excelsior e chegou ao fim na Globo. Foram dois anos de aventuras sempre baseadas em f\u00e1bulas contempor\u00e2neas e lendas do folclore nacional e internacional. Os epis\u00f3dios, semanais, sempre traziam Dudu e a turminha partindo para uma nova aventura; em todas elas, acabavam se deparando com figuras hist\u00f3ricas e escritores famosos. Marcos Paulo, filho de Sesso, estreou na TV nesta produ\u00e7\u00e3o, que contou tamb\u00e9m com Geraldo Del Rey, Henrique C\u00e9sar, Ivan Mesquita, Maria Aparecida Baxter, Riva Nimitz e Paulo Castelli \u2013 que fez fama em tramas como Tititi (1985) e Bambol\u00ea (1987).<\/span><\/p>\n<p><span><img decoding=\"async\" class=\"lazyload\" src=\"https:\/\/webapp183660.ip-45-79-27-138.cloudezapp.io\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/091017-aguiasdefogo-600x400.jpg\"\/><noscript><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/webapp183660.ip-45-79-27-138.cloudezapp.io\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/091017-aguiasdefogo-600x400.jpg\"\/><\/p>\n<p><\/noscript><\/span><\/p>\n<p><span><strong>\u00c1guias de Fogo<\/strong> (1967)<\/span><\/p>\n<p><span>Ary Fernandes, respons\u00e1vel por O Vigilante Rodovi\u00e1rio, desenvolveu tamb\u00e9m para a Tupi o roteiro desta s\u00e9rie \u2013 que apesar do sucesso, sucumbiu \u00e0 concorr\u00eancia com a Excelsior, que transmitia Reden\u00e7\u00e3o (1966), a mais longa novela da TV brasileira. Apaixonado por avia\u00e7\u00e3o, Ary vivia aqui o Capit\u00e3o Paulo C\u00e9sar, um dos principais nomes do grupo \u00c1guias de Fogo, esquadr\u00e3o especial da For\u00e7a A\u00e9rea Brasileira, que usava helic\u00f3pteros e jatos no combate a criminosos e em miss\u00f5es de resgate. Contudo, nenhum dos atores saiu do ch\u00e3o: as cenas no c\u00e9u eram feitas no ch\u00e3o, tudo na base do improviso. Os 26 epis\u00f3dios de \u00c1guias de Fogo foram preservados na Cinemateca Nacional. E exibidos, em 2010, no Canal Brasil.<\/span><\/p>\n<p><span><strong>Linguinha x Mr. Yes<\/strong> (1971)<\/span><\/p>\n<p><span>Os epis\u00f3dios de cerca de sete minutos deste seriado, estrelado por Chico Anysio, registravam mais audi\u00eancia do que o Jornal Nacional, que o antecedia, e a novela O Homem Que Deve Morrer, de Janete Clair, exibida na sequ\u00eancia. Linguinha (Chico) era um jovenzinho estudioso que vivia molhando os l\u00e1bios com a l\u00edngua, a\u00e7\u00e3o que lhe dava poderes de super-her\u00f3i, na luta contra Mr. Yes (Luiz Delfino), um vil\u00e3o poluidor. Os m\u00e9todos de Linguinha, contudo, eram bastante at\u00edpicos: n\u00e3o brigava e n\u00e3o usava armas. Tamb\u00e9m n\u00e3o saia de casa sem escovar os dentes, tomar banho e pentear os cabelos. J\u00e1 os malvad\u00f5es usavam bigodes, uma caracter\u00edstica que auxiliava os pequenos a identifica-los. No elenco, nomes que se consagrariam nos humor\u00edsticos de Anysio: Ant\u00f4nio Carlos, Arnaud Rodrigues, Grande Otelo e Jorge Loredo.<\/span><\/p>\n<p><span><img decoding=\"async\" class=\"lazyload\" src=\"https:\/\/webapp183660.ip-45-79-27-138.cloudezapp.io\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/091017-shazanxerifeecia-600x400.jpg\"\/><noscript><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/webapp183660.ip-45-79-27-138.cloudezapp.io\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/091017-shazanxerifeecia-600x400.jpg\"\/><\/p>\n<p><\/noscript><\/span><\/p>\n<p><span><strong>Shazan, Xerife e Cia.<\/strong> (1972)<\/span><\/p>\n<p><span>Personagens perif\u00e9ricos de O Primeiro Amor, novela que a Globo exibiu \u00e0s 19h, Shazan (Paulo Jos\u00e9) e Xerife (Fl\u00e1vio Migliaccio) fizeram tanto sucesso que a Globo resolveu aproveit\u00e1-los em um seriado. Um dos primeiros <em>spin-off<\/em> da televis\u00e3o brasileira, \u2018Shazan, Xerife\u2019 foi exibido, inicialmente, nas noites de quinta-feira. Mas o \u00eaxito implicou numa mudan\u00e7a r\u00e1pida e dr\u00e1stica: seis meses ap\u00f3s a estreia, o programa ganhou o in\u00edcio das noites de segunda-feira a sexta-feira, com \u201cnovelinhas\u201d envolvendo os dois amigos e famos\u00edssima camicleta, esp\u00e9cie de caminh\u00e3o com bicicleta, que lembrava ve\u00edculos circenses. O ponto de partida, ali\u00e1s, veio da camicleta: Shazan e Xerife desejavam construir uma bicicleta voadora. Sa\u00edam ent\u00e3o atr\u00e1s da pe\u00e7a m\u00e1gica que ajudaria a cumprir tal objetivo, mas sempre acontecia algo que os impedia de realizar o sonho\u2026<\/span><\/p>\n<p><span><img decoding=\"async\" class=\"lazyload\" src=\"https:\/\/webapp183660.ip-45-79-27-138.cloudezapp.io\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/091017-jeronimooheroidosertao-600x400.jpg\"\/><noscript><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/webapp183660.ip-45-79-27-138.cloudezapp.io\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/091017-jeronimooheroidosertao-600x400.jpg\"\/><\/p>\n<p><\/noscript><\/span><\/p>\n<p><span><strong>Jer\u00f4nimo, o Her\u00f3i do Sert\u00e3o<\/strong> (1972)<\/span><\/p>\n<p><span>Por fim, um sucesso radiof\u00f4nico da d\u00e9cada de 1950, transposto para a TV por Moys\u00e9s Weltman, com supervis\u00e3o (durante um breve per\u00edodo) de Benedito Ruy Barbosa. Em cena, o pe\u00e3o Jer\u00f4nimo (Francisco di Franco), que, acompanhando da noiva Aninha (Eva Christian) e do Moleque Saci (Canarinho), lutava contra os desmandos do Coronel Saturnino Baga (\u00cdtalo Rossi). O cavaleiro se escondia na mata para tentar proteger pequenos produtores das pr\u00e1ticas criminosas do latifundi\u00e1rio, que tomava a terras vizinhas na base da chantagem. Foram quatro aventuras, exibidas pela Tupi ao longo de um ano, que inclu\u00edam outros vil\u00f5es, como um cientista maluco. Na d\u00e9cada de 1980, o SBT reeditou a s\u00e9rie, outra vez com Francisco di Franco como protagonista. Mas a empreitada n\u00e3o passou da primeira hist\u00f3ria, La\u00e7os de Sangue.<\/span><\/p>\n<p><span><strong> <\/strong><\/span><\/p>\n<div id=\"banner-300x250-5-area\"\/>\n<p><ins class=\"adsbygoogle\" data-ad-client=\"ca-pub-4331196254995764\" data-ad-slot=\"4528845538\" data-ad-format=\"auto\"\/> <\/p>\n<nav class=\"navigation post-navigation\" role=\"navigation\">\n<\/nav>\n<p>Cr\u00e9ditos: tvhistoria.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Houve um tempo em que a TV brasileira apresentava hist\u00f3rias de nobres ingleses, qu\u00edmicos com identidade secreta, vigilantes acompanhados por c\u00e3es e trapalh\u00f5es que se metiam em grandes aventuras. Foi a era dos super-her\u00f3is tupiniquins, estrelas de s\u00e9ries e programas que fizeram a cabe\u00e7a da crian\u00e7ada. 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